Isaías 31 – O SENHOR Dará a Vitória, Não o Egito
Summary
Pastor David walks us through Isaiah 31 as a pointed critique of Judah's misplaced trust—they were looking to Egypt and its military might for protection against Assyria, when they should have been trusting the LORD alone. He contrasts the folly of that divided loyalty with God's promise to defend Mount Zion with both the fierce protection of a lion and the tender care of a mother bird, calling Judah to repent and return to Him.
High Points
- Judah's real sin wasn't abandoning faith altogether—everyone lives by faith in something—but placing it in chariots and horsemen rather than the Holy One of Israel.
- The Egyptians and their armies are merely men and flesh, while God is spirit; when He stretches out His hand, both helper and helped will perish together.
- God will defend Mount Zion with the ferocity of a lion roaring over its prey and the tender protection of a mother bird hovering over her young—a powerful combination of strength and gentleness.
- The call to repentance (v. 6) means throwing away the idols of silver and gold—the false gods 'your own hands have made'—and turning back to the LORD.
- God's promise was fulfilled exactly: the Assyrian army was defeated not by human sword but by the angel of the LORD, who killed 185,000 soldiers in a single night (2 Kings 19:35).
Application
Because God is so great and so able to protect us, we should feel compelled to return to Him completely, repenting of anything we have placed in His position.
AI-generated summary of Pastor David Guzik's commentary on this chapter.
A. A loucura de confiar no Egito.
1. (1) Ai daqueles que olham para o Egito, não para o SENHOR.
Ai dos que Confiam no Egito!
a. Ai dos que descem ao Egito em busca de ajuda: Isaías confrontou Judá com dois pecados: o pecado de confiar no Egito e em seu poder militar, e o pecado de não olhar para o Santo de Israel. Judá sentia que tinha uma razão para confiar em carros (porque são muitos). Judá sentia que tinha uma razão para confiar em cavaleiros (porque são muito fortes). Mas eles não conseguiam encontrar uma razão para confiar no SENHOR.
i. “Eles não abandonaram a fé em si, é claro. Todos vivem pela fé. Faz parte da condição humana. Financistas confiam nas forças do mercado, militaristas confiam em bombas, cientistas confiam nas regularidades da natureza. Os líderes de Jerusalém confiavam no Egito.” (Motyer)
b. Nem buscam o SENHOR: Quanto melhor é ter o coração do salmista no Salmo 20:7: Uns confiam em carros, e outros em cavalos; mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus. E nossa confiança deve estar somente no SENHOR.
i. “Aquele que fica com um pé sobre uma rocha e outro pé sobre areia movediça, afundará e perecerá tão certamente quanto aquele que fica com ambos os pés sobre areia movediça.” (Trapp)
2. (2-3) O SENHOR é mais poderoso que os egípcios.
Contudo, ele é também sábio Mas os egípcios são homens, e não Deus;
a. Contudo Ele também é sábio e trará o desastre: Embora Judá não conseguisse encontrar uma razão para confiar em Deus, as razões estavam lá, e Isaías os chamou a lembrar das razões. Eles deveriam confiar em Deus mais do que nos egípcios ou em seus exércitos porque Ele também é sábio e trará o desastre… Ele Se levantará contra a casa dos malfeitores.
b. Ora, os egípcios são homens, e não Deus; e seus cavalos são carne, e não espírito: Judá também estava errado quanto à sua confiança no Egito. Os egípcios e seus exércitos não eram tão poderosos quanto pareciam ser. Tudo o que o SENHOR precisava fazer para derrubá-los, junto com todos os que confiavam neles, era estender Sua mão.
B. O SENHOR defenderá Judá e Jerusalém.
1. (4-5) O SENHOR defende o Monte Sião.
Assim me diz o Senhor:
Como as aves dão proteção aos filhotes
a. Como ruge o leão… Assim o SENHOR dos Exércitos descerá para lutar pelo Monte Sião: Novamente, sua confiança no Egito para proteção contra a invasão assíria era tanto tola quanto desnecessária. Deus protegeria o Monte Sião se Judá confiasse Nele ou não.
b. Como pássaros voando ao redor, assim o SENHOR dos Exércitos defenderá Jerusalém: A imagem é de uma ave mãe protegendo seus filhotes. Assim, Deus defenderá Jerusalém com a ferocidade de um leão, e também com o cuidado terno de uma ave. A combinação das duas imagens é poderosa.
i. “Como pássaros voando; que vêm de cima, e assim não podem ser impedidos; que voam rapidamente e se envolvem valentemente e resolutamente, quando percebem que seus filhotes estão em perigo eminente.” (Poole)
ii. “O Senhor dos Exércitos será forte como o leão que ruge sobre sua presa… e Ele será doce e suave e gentil como uma ave mãe.” (Meyer)
2. (6-9) Um convite para se arrepender ao Deus que libertará.
Voltem para aquele contra quem vocês se revoltaram tão tremendamente, ó israelitas! Pois naquele dia cada um de vocês rejeitará os ídolos de prata e de ouro que suas mãos pecaminosas fizeram.
“A Assíria cairá por uma espada Sua fortaleza cairá por causa do pavor;
a. Voltem para Ele: Por causa de quão grande Deus é, por causa de quão terríveis são as alternativas a servi-Lo, devemos nos sentir compelidos a voltar para Ele. Arrependimento significa voltar-se para Deus, e afastar-se de qualquer coisa que tenhamos colocado no lugar de Deus (ídolos de prata e ídolos de ouro—pecado, que suas próprias mãos fizeram).
b. Então a Assíria cairá por uma espada que não é de homem: Isso se cumpriu exatamente. O exército assírio devastou quase toda a terra de Judá, e acampou nos arredores de Jerusalém, esperando para conquistar a nação derrotando a cidade capital. Mas 2 Reis 19:35 descreve como Deus simplesmente enviou o anjo do SENHOR e matou 185.000 assírios em uma noite. Quando o povo acordou, havia 185.000 soldados assírios mortos. Foi uma vitória que não teve nada a ver com a espada… de homem. Deus era mais do que capaz de proteger Judá e Jerusalém.
©1996–presente O Comentário Bíblico Enduring Word por David Guzik –
